Segunda-feira, 23 de Maio de 2005

C A M P E Õ E S C A M P E Õ E S C A M P E Õ E S

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publicado por jmdslb às 03:58
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Quarta-feira, 18 de Maio de 2005

JOÃO MANUEL, EX-BRIOSA - PAZ À SUA ALMA

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FUTEBOL PORTUGUÊS DE LUTO
Faleceu João Manuel




Num dia que pode ser de grande alegria por causa da possibilidade do Sporting ganhar a Taça UEFA, o futebol português ficou de luto por João Manuel, que não resistiu a uma doença do foro neurológico (esclerose múltipla) que lhe foi diagnosticada já no decorrer desta temporada.

João Manuel, 37 anos, faleceu no hospital Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães, onde estava internado, às 11.15, e deixou um filho pequeno.

Esta época participou em dois jogos com a camisola do Moreirense. Os primeiros sinais da doença (falta de força nos membros, quedas abruptas nos treinos e perda de controlo sobre a cabeça) foram detectados em Outubro. Dois meses depois, os médicos confirmaram que sofria de sofria de esclerose múltipla.

Consciente da gravidade da doença, João Manuel fez a última partida no Estádio da Luz, a 11 de Setembro de 2004. Perdeu por 2-0 mas cumpriu um sonho apesar de não ter sido titular: jogar no novo estádio do Benfica. Até um dia...



publicado por jmdslb às 23:53
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ASSÉDIO MORAL II - A PEDIDO DE VÁRIAS FAMÍLIAS-UMA REPETIÇÃO.

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HÁ UM ANO ESCREVI ISTO COM UMA CERTA INTENCIONALIDADE
HOJE É UMA AUTENTICIDADE.

Pode-se perguntar quem são as principais vítimas do assédio moral? Pode ser qualquer tipo de pessoa, de qualquer nível hierárquico, desde o operário ao chefe de secção ou director-geral de qualquer empresa. Penso que este assunto toca tanta gente precisamente por ser um problema abrangente. Em geral, uma pessoa é visada porque como já disse anteriormente, incomoda, é atípica, pode não ter o perfil que corresponde a empresa onde se encontra, seja porque é velha ou demasiado dipolamada, porque pode fazer sombra a alguém que teme pelo seu lugar no sector. Pode também ser a pessoa que fala das coisas que correm mal na empresa. Há muita rivalidade na origem do assédio moral. A fraca defesa dos trabalhadores, o declínio de representação sindical, são terreno fértil para o assédio moral que eu lhe chamaria também psi-cológico. O trabalho hoje é fisicamente menos duro, mas psicologicamente as pessoas sofrem mais, porque há menos solidariedade. Os sindicatos enfraqueceram por toda a Europa e o trabalhador está mais isolado. Da mesma forma, se há um feed-back negativo ao nível das chefias, não se hesita em despedir. A precaridade cria in-segurança nas pessoas, estas vivem em permanente sobressalto e o MEDO pode causar situações em que são vítimas, mas também pode ocasionar situações de acção perversa. Será que não se elabora uma lei que Reassegura as vítimas e que crie uma ameaça para os agressores?
Hoje infelizmente tal como o assédio sexual, esta é também uma realidade que dói.
A inveja, o ciúme a ambição desmedida está obviamente na pele de qualquer lacaio
ou ignorante que tudo faz pelo seu próprio interesse, ou uma espécie de filantropia mórbida para tentar apagar quem com méritos próprios lhe faz sombra a qualquer nível.
Mas neste país todos sabemos que, quem tem mérito é a mediocridade a toda a prova.
(Continuarei mais tarde)



publicado por jmdslb às 00:47
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Sábado, 14 de Maio de 2005

FORÇA BENFICA

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SÓ FALTA MAIS UM JOGO PARA A GRANDE FESTA DO TÍTULO!


publicado por jmdslb às 23:02
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GILLES DELEUZE - MAPA DA INQUIENTAÇÃO

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Mapa da inquietação




Entre 1978 e 1981, Gilles Deleuze orientou, em Vincennes, um curso acerca de alguns conceitos trabalhados por Espinosa. Tal como noutras ocasiões, a abordagem heterodoxa do filósofo francês produziu inesperados efeitos, que ainda hoje ecoam no pensamento contemporâneo. Na última aula do seminário, Deleuze fala de panteísmo e da comunhão passível de acontecer entre o homem e o sol, servindo-se de textos de T. E. Lawrence para exemplificar os diferentes géneros do conhecimento que atravessam essa relação extrema: "Van Gogh pintava de joelhos. Os pores-do-sol forçavam-no a pintar quase deitado para que o olho de Van Gogh tivesse a linha do horizonte o mais baixa possível. Nesse momento, ter um cavalete não tinha mais nenhum significado. Existem cartas de Cézanne onde ele fala do mistral: como compôr a relação tela-cavalete com a relação do vento, e como compôr a relação do cavalete com o sol que declina, e como terminar de tal forma que eu pintaria por terra, que eu pintaria com a barriga junto à terra?"
Deleuze vai ainda mais longe, quando aborda o terceiro género de conhecimento: a união mística, que supera a comunhão anterior. Quem atinge este "modo de distinção intrínseca", pode mesmo afirmar, segundo o filósofo, não só que "Deus é sol", mas também que "eu sou Deus". Trata-se aqui, continua, de uma espécie de identidade que "mantém a distinção interna entre a sua essência singular, que lhe pertence, a essência singular do sol e a essência do mundo". A complexidade deste tipo de relações pode também encontrar-se na filosofia budista, nomeadamente na variante zen, tal como nos é revelado num texto de Dogen Zenji (1200-1253): "Ao ver formas com o corpo e mente inteiros, ao ouvir sons com todo o corpo e mente, compreendemo-los intimamente. (...) Estudar o eu é esquecer o eu."
Se Van Gogh procurou devir sol e Cézanne vento - nalgumas das suas últimas pinturas, como "O Jardineiro" (1900-1906) ou "As Grandes Banhistas" (1898-1905), observa-se mesmo as personagens representadas a fundirem-se com a paisagem envolvente -, se Lawrence atingiu um estado de comunhão mística com o sol e os mestres zen conseguiram chegar à iluminação que os faz esquecerem-se do eu, as pinturas de João Queiroz (Lisboa, 1957) patentes na Quadrado Azul fazem-nos participar numa experiência de algum modo próxima dos exemplos anteriores, pois, nelas, acontece a revelação de uma identidade absoluta entre o artista e as formas representadas. É como se a natureza fizesse já parte do pintor e este não necessitasse de a ter diante de si para a desenhar, pois conhece-a de cor, em todas as suas variações.
"Estranho a paisagem que não seja a seriedade de um retrato", escreve João Queiroz num dos seus aforismos englobados pelo título "Mapa de Fortificação e Estranheza". Num outro, lê-se: "Estranho que sob o programa naturalista apenas se insinue uma apetência de ordem e um contentamento mole e tonto, quando o natural seria mostrar uma inquietação para além dos nomes e das fronteiras e dos usos que temos para as coisas". As 18 pinturas expostas vão traduzindo em cores, linhas e intensidades uma natureza a devir carne, prova da participação do artista no objecto pintado, ele próprio imagem de quem o pintou. Os trabalhos são assim a expressão de uma totalidade formada não só pela relação interna entre os elementos que os compõem, mas também por tudo aquilo que do artista nos é revelado. Pode dizer-se, tal como escreveu o mestre japonês Hakuin no século XVIII, que "esta arte, produzida por algo que não podemos conhecer totalmente, é como a natureza inata da mente que opera em todas as nossas actividades quotidianas".
E, de repente, damo-nos conta de que sempre conhecemos estes movimentos, estas cores, estas linhas, que nos são oferecidas por estas pinturas; que também nós participamos das estranhezas do artista; enfim, que esta natureza é ela própria um retrato nosso: "Estranho que a natureza não se vista como nós nos vestimos, mas que use a mesma progressão; osso, carne, pele, veste, botão, brilho no botão... assim como nos quadros".









publicado por jmdslb às 17:39
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FILOSOFIA DAS CIÊNCIAS

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A filosofia das ciências aborda problemas epistemológicos, metafísicos, lógicos e metodológicos levantados pelas ciências da natureza e pelas ciências sociais. Esta antologia é dedicada unicamente às ciências da natureza e é a melhor obra do género - não apenas pela selecção criteriosa de ensaios, mas também pelas introduções esclarecedoras e pelos comentários substanciais dos organizadores. Deste modo, quem está interessado nos problemas filosóficos suscitados pelas ciências da natureza encontra aqui os materiais ideais para dar os primeiros passos nesta área.
Para quem pensa que Kuhn e Popper são as palavras finais e sagradas em filosofia da ciência, esta obra é particularmente informativa, pois inclui algumas das críticas centrais às ideias destes dois filósofos. Popper defendeu que seria a falsificação a marcar a diferença entre ciência e pseudociência. Por falsificação entende este filósofo a possibilidade de uma teoria ser refutada pela experiência empírica. O que distinguiria a psicanálise da ciência, por exemplo, seria o facto de na primeira nenhum facto empírico poder refutar qualquer afirmação dos seus praticantes, ao contrário do que acontece no caso das verdadeiras ciências empíricas. Lakatos, todavia, discorda deste critério; e é fácil de ver que a astrologia, sendo igualmente uma pseudociência, é todavia perfeitamente susceptível de refutação empírica - acontece apenas que os seus praticantes olham para o lado quando estão perante refutações óbvias.
Também a noção de paradigma de Kuhn, encarada como sacrossanta nas zonas mais débeis da cultura académica, é criticamente avaliada e rejeitada em alguns dos ensaios desta antologia. A raiz do relativismo cognitivo de Kuhn, e a razão pela qual pretendeu reduzir a filosofia da ciência à sociologia da ciência, é o seu positivismo, que o impede de compreender que um debate pode ser racional, ainda que não seja estritamente dedutivo, matemático ou experimentalmente mecânico.
A noção de lei da natureza é criticamente avaliada na sétima parte desta antologia, confrontando-se as teorias regularistas com as necessitaristas. Ambas aceitam que as leis da natureza descrevem o mundo tal como é, mas Nancy Cartwright é famosa por se opor a esta ideia, argumentando que as leis da natureza nem sequer aproximadamente são verdadeiras. Esta filósofa defende que os cientistas querem fazer duas coisas diferentes e irreconciliáveis com as leis da natureza: descrever com exactidão e explicar a natureza.
A obra está dividida em nove partes, dedicadas aos seguintes problemas: a demarcação entre ciência e pseudociência; racionalidade, objectividade e valores na ciência; a tese de Duhem-Quine da subdeterminação das teorias pelos factos; indução, previsão e provas na ciência; a confirmação e o teorema de Bayes; a explicação científica; a noção de leis da natureza; a redução entre teorias; realismo científico e empirismo. Entre os filósofos representados nesta antologia contam-se Popper, Kuhn, Lakatos, Michael Ruse, Larry Laudan, Duhem, Quine, Gillies, Wesley C. Salmon, Hempel, Paul Horwich, Carnap, Railton, Ayer, Dretske, Mellor, Nancy Cartwright, Ernest Nagel, Feyerabend, Philip Kitcher e Van Fraassen, entre outros. Imperdível.

publicado por jmdslb às 17:28
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