Sábado, 2 de Outubro de 2004

FILOSOFIA DA SUSPEITA - II MARXISMO

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"OS FILÓSOFOS NÃO TÊM FEITO SENÃO INTERPRETAR O MUNDO
DE DIFERENTES MANEIRAS; O QUE IMPORTA É TRANSFORMÁ-LO"

Karl Marx, XI Tese sobre Feuerbach

publicado por jmdslb às 17:55
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4 comentários:
De Anónimo a 3 de Outubro de 2004 às 16:04
É isso sempreespecial!Quem acreditou que transformar o mundo era o Fim da História infelizmente enganou-se.Cometeram-se erros muito graves.E hoje observamos na tragédia em que isto deu.Principalmente com o Holocausto Nazi.Depois de AUSCHWIST nada foi igual.Beijos!!!!!!!!!!!!!!!Joao
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(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 3 de Outubro de 2004 às 15:49
Amigo Paulo vejo como é salutar as suas dúvidas e divergências ainda em relação à matéria já devidamente dissecada.Haverá sempre quem discorde da opinião de cada um quer a nível filosofico quer a nível do senso comum,isto é dizer,como a maioria vê a realidade.Ora isto não é mau.Começarei por lhe dizer que quanto ao post sobre o marxismo,indubitavelmente Marx,como diz,foi o pai do comunismo,esqueceu de esclarecer se foi pai do socialismo utópico ou do socialismo ciêntifico,muito bem,de-finiu-o como comunista(Comuna)termo já derivado dos jacobinos da Revolução Francesa.Das Comunas de Paris.No entanto da sua grande obra "O Capital",devo informar e enformar que esta foi em grande parte uma grande lição no qual o próprio Capitalismo foi beber e inspirar,afinal de contas quase diria que é a grande fonte bíblica do Capital hoje no seu retorno à selvajeria.Diria mesmo ao seu regresso ao Estado de Natureza,em cuja natureza humana a razão já foi.Hoje vale tudo,como afirmou T Hobbes é guerra de todos contra todos.Veja as três razões que este filósofo apontou para caracterizar o estado de barbárie e selvagem da natureza humana num Estado de Natureza ; Lucro,Segurança(Para prevenir ataques de invasores)e Glória ou Reputação.É ou não actual essas três razões hobbesianas? Defini-se assim o Capitalismo actual? Quanto à nossa saudável querela sobre a linguagem,pensada no limite da filosofia e para aquém e além do senso comum,direi-lhe-ei novamente que também ainda não me esclreceu acerca do que é o pensamento ou mais soft;O que nos faz pensar?
No entanto volto a sublinhar que pensar o limite no limite da filosofia é uma questão transcendental, fora de si e para si.Fora de toda a imanência do senso comum.Lembre-se que a linguagem é comunicação e já auto-expressiva,é o acolhimento da palavra,do dizer absoluto do dito ou do não-dito.O dizer é sem dúvida,comunicação,mas enquanto condição de toda a comunicação,enquanto exposição,no sentido de estar ex-posto não numa mera transmissão de mensagens tradutoras do pensamento mas,antes disso e nisso no acolhimento da própria exterioridade e anterioridade originariamente testemunhada pelo próprio limite infinitamente finito.Importa sublinhá-lo e finalmente para concluir: a linguagem,uma linguagem alheia às regras da lógica formal,não é,pelo menos em primeiro lugar,uma troca de palavras ou uma transmissão e escuta de pensamentos,menos ainda um acto próprio do sujeito,mas um vós quando um interlocutor respeitado ou uma revelação infinita de uma palavra-expressão.A linguagem é a própria re-velação do infinito.Penso que com isto digo tudo.Abração amigo!!!!!!!!!!!!!!Joao
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(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 3 de Outubro de 2004 às 03:19
Perdoe a minha insistência, mas sem ela, um mero aprendiz nunca poderá almejar a voos mais altos. Será sempre penalizadora uma atitude pouco firme relativamente à vontade de ultrapassar limites, ou pelo menos alcançá-los, principalmente no que respeita ao conhecimento e à sabedoria. Mas certamente não será com meias palavras ou frases isoladas que o ignorante poderá almejar a conhecedor. A palavra “senso comum” foi criada em tempos muito remotos, numa altura em que os homens pouco mais poderiam saber do mundo do que aquilo que o “ser” desocultava. Foi na Grécia arcaica que homens como “Parménides” ou “Heraclito”, sugeriram que a verdade poderia não ser o que o mundo mostrava, e que o caminho para a ciência, ou conhecimento, conforme queira, teria que ser trilhado com base numa estrutura que transcenderia o mero “senso comum”, ou seja, a linguagem da aparência e do real enquanto materialidade. Pela primeira vez os homens da “sophia”, relacionaram a substância originária com o “número”, e sugeriram o que Galileu, muitos anos depois, haveria de transformar num axioma imemorial, na sequência da universalidade introduzida por pelos Socra/Platónicos. Esta fuga ao “senso comum”, despoletada nesses tempos tão remotos, haveria de levar futuramente a especialidades cientificas como por exemplo a física, a biologia, ou até mesmo a informática, disciplinas que parecem na realidade comprovar o facto de que o caminho para a verdade se esconde atrás das aparências e que o “senso comum” por si só não a pode contemplar. O movimento dos astros e a composição química dos elementos assim o parece demonstrar, tal como as fórmulas matemáticas que actualmente permitem realizar o que para Platão seria um milagre – Por a matéria a pensar. Estou-me a referir à informática. Claro que esse pensar se assemelha ao pensar de um “escravo”, pois um escravo só pensa aquilo que alguém já pensou antes por ele. Claro que o computador não delibera, apenas reproduz, à semelhança da definição Aristotélica de “escravo por natureza”. Muito dificilmente alguém conseguirá contemplar para lá do “senso comum” sem árduo trabalho e dedicação, e muito menos procurando esclarecimentos com base em frases curtas e palavras soltas, que pela sua economia apenas poderão causar embaraços a quem procura na realidade cultivar-se. Gostaria assim que me explicasse um pouco mais detalhadamente o sentido da frase “PENSAR O LIMITE NO LIMITE DA FILOSOFIA“, com especial ênfase para a sua leitura de “limite”. Que se entende aqui por “limite”? Finalmente, que prótese é essa que refere por último? Repare, amigo, que as minhas intenções são “mera avidez por esclarecimento”. Se me explicar bem, de bom grado lhe darei toda a razão… Há já me esquecia, o Marx é o pai do comunismo não é? E de todas as críticas ao capitalismo, e de todos os discursos proletariados, não é? Dizia, salvo erro, que a história da humanidade é a história da sua relação com o capital e com o pilim.,., não é?.Pleot
(http://nathum.blogs.sapo.pt)
(mailto:pauloleote@hotmail.com)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 20:04
Nos tempos em que li as Teses acreditava que o mundo estava numa mudança positiva. Hoje,estou bem mais céptica. Olho para a arca de Pandora e não encontro a Esperança...
Bom fim de semana, filósofo. Um abraço.nadaespecial
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