Sexta-feira, 1 de Outubro de 2004

N O T B U S H

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Bush é rejeitado pelo Mundo. Mas internamente os americanos preparam-se para o
eleger nas urnas.Paradoxo? Medo ?
Neste preciso momento está a começar o frente a frente televisivo,mais uma palhaçada
à americana.Vou recordar-vos como foi o último frente a Al Gore. E como aparentemente
saiu vencedor, Ora vejamos : Um caso paradigmático do jogo das expectativas;Bush era
considerado um péssimo orador,ou melhor,um mau retórico demagogo,com capacidades
intelectuais limitadas, Al Gore era visto como um especialista em debates com excelente
domínio dos temas. A maior parte dos analistas considerou que Gore esteve ligeiramente
melhor que Bush - mas como se esperava que Gore "esmagasse" Bush,o resultado foi que
os americanos acabaram por ficar surpreendidos com a relativa competência do candidato
republicano. Pior : no primeiro debate, ouvia-se claramente sonoros suspiros de Gore en-
quanto Bush falava. Isso deu a Gore uma imagem de arrogância e impaciência.
A revista "Natural Journal" opinou que os suspiros "custaram dez pontos" nas sondagens
a Gore. Bush acabou por conquistar a Casa Branca,apesar de todos nós sabermos o que
se passou na Florida... hoje temos a última chance de John Kerry...


publicado por jmdslb às 01:54
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8 comentários:
De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 18:08
Concordo contigo!Rejeitado pelo mundo vencedor em casa.Para quem viu o debate do frente a frente na Sic-Notícias na madrugada de ontem e depois os comentários dos comentaristas presentes na sala pode tirar daí todas as ilacções possíveis.Afinal,contrariamente a esses comentaristas (até dá pra rir) é que eu parece-me que vi o debate num canal Chinês...enganaram-se rotundamente...toda a impresa norte-americana deu a vitória a Kerry ainda que sem KO,eheheheheheheheh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Abração!Joao
</a>
(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 17:44
Infelizmente o Bush vai ganhar... e o mundo perder.polittikus
(http://polittikus.blogspot.com)
(mailto:pp@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 17:32
É alface!Lê o comentário anterior e tira outra conclusão se possível!...Abração!!!!!!!!!!!!!!!!!!Joao
</a>
(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 17:30
Claro que é um mundo à parte Paulo (nova vida).Igorância e mau saber de um povo virado para dentro de si.Tive um professor que foi convidado a ser Leitor durante um ano numa Universidade norte-americana.Sabes o que aconteceu?Ficaram escandalizados e paranóicos quando viram um prof.português a falar Inglês,Alemão,Francês e Espanhol.Em vez de ficarem satisfeitos e elogiarem o homem, ficaram muito admirados e escandalizados.É só um bom exemplo entre muitos.Um abraço.!!!!!!!!!!!!!!!!!Joao
</a>
(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 17:21
Amigo Paulo,esses invasores beneméritos são os mesmos que outrora deram essas mesmas armas químicas de destruição letal ou seja lá o que forem,porque o ditador era instrumento de in-ter-esse da grande demo-cracia americana.Quanto à nossa problemática acerca da linguagem e do pensamento,uma vez mais lhe digo que somente defino o limite dessas na esfera filosófica e não no plano do mero vício do senso comum,i.e.,no registo meta-onto-fenomenológico.A filosofia não é dogmática nem pretende apropriar a verdade para si.Não pretendo impor nenhum imperativo categórico porque como toda a gente sabe esta matéria é especulativa e inter-subjectica.No entanto re-torno a enfatizar que no limite a difereça age, faz pensar,obriga-nos a pensar,é um veredicto,pois a linguagem nunca se dá a pensar,a palavra está corroída é já sempre metafórica.E é esse o problema.É que pensando o limite, o limite também corrói o pensamento do limite.Uma vez mais acentuo que a questão é PENSAR O LIMITE NO LIMITE DA FILOSOFIA.Não para estar a elogiar o vício do bom senso.É como uma prótese de origem,eis a desconstrução.Um abraço amigo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Joao
</a>
(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 14:38
xiiii..abaixo o bush..os norteamericanos (alguns) sao mesmo burros!!!alface
(http://delisboaaoporto.blogs.sapo.pt)
(mailto:lita_kida@hotmail.com)


De Anónimo a 2 de Outubro de 2004 às 11:15
Já se sabe que aquilo na América é um mundo à parte...Paulo ( novavida)
(http://novavida.blogs.sapo.pt)
(mailto:Paulossr@sapo.pt)


De Anónimo a 1 de Outubro de 2004 às 18:13
Quanto ao seu post : Quando uma família é alvo de opressão por parte de um elemento não é sempre bem vinda e salutar a ajuda externa que acaba com a tirania? Existe uma coisa que é a invasão benemérita... Quanto ao nosso assunto pendente : Gostaria de deixar a resposta à sua pergunta para mais tarde – primeiro há que trilhar o caminho, palmilhar cada centímetro do percurso, de forma a não construir soluções inócuas e precipitadas… Você melhor que eu sabe quantos já tentaram responder a essa questão “com sempre” alcançar “quase-nada” definitivo… Mas deixemos os trocadilhos… Pelo que me é dado perceber, “desconstrução” será então interpretar a linguagem enquanto fundamento ontológico do pensar? Nesse caso, qual o lugar da mensagem (sentido)? É que linguagem e sentido são duas entidades distintas. Penso que de acordo com essa solução acabamos por cair numa solução relativista, já que a interpretação do louco nada tem a ver com o sentido expresso. Podemos admitir que o sentido pode variar ligeiramente, de acordo com a interpretação pessoal de cada um, mas não se pode relativizar em absoluto, consoante a dês-construção de cada particular Nesse caso a linguagem não seria um ponto de união e consenso entre os homens, seria pura relatividade em que não seria possível encontrar um acordo expresso. Esse ponto comum é o “universal”, ou “verdade”. A linguagem, na minha opinião, é um veículo para o sentido, mas esse sentido não está já expresso na linguagem. Existe pois algo anterior à linguagem que lhe extrai o sentido, que a ordena, que a arruma, que a relaciona. De outro modo, não seríamos escravos da linguagem? Como poderíamos ter a liberdade para dizer não às palavras, se não existisse uma identidade que opta? Nunca lhe aconteceu ficar sem palavras para expressar uma ideia? Eu pessoalmente sempre fui muito adverso ao pré-conceito, e penso que todas as tradições são efémeras. Sou muito desconfiado em relação aos discursos imperativos. Repare que o relativismo apenas pode almejar À verdade através da eliminação de todas as outras facções. Nesse caso ficaríamos com uma única verdade, embora falsa. Já a verdade em si, embora absoluta, não é falsa. À verdade absoluta, nada menos do que a verdade poderá ser aceitável… É o espírito que se abre às palavras ou são as palavras que condicionam o espírito? Admito perfeitamente opiniões contrárias à minha, desde que devidamente fundamentadas. Se tal… Até mudaria de opinião de bom grado e solidificaria a minha convicção de que a verdade, a tal absoluta, se constrói aos poucos em convergência. Mas também admito que o ser se pode esconder por trás da aparência – nesse caso, porque razão haveria a linguagem de ter a última palavra?Paulo Leote
(http://nathum.blogs.sapo.pt)
(mailto:pauloleote@hotmail.com)


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