Quinta-feira, 30 de Setembro de 2004

INTERMITENTE. . . A LUZ

95.jpg



Sonho imagino o mundo
à minha volta fantástico,
pareces tão real como foste sempre...
Mas,num vapor, o teu hálito
na minha face esvaiu-se e, depois da
tardinha,o serão avança na noite.

Aqui quieto ainda espero, impaciente,
embora a memória me chegue eventualmente.
Aqui estou eu,para sempre interrompido
neste montado mistério aceso rubro
e,então, vem aquele momento em
que o fogo se ateia -
senti-o chamar aqui esta noite,
aqui onde a luz é intermitente...


publicado por jmdslb às 01:18
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9 comentários:
De Anónimo a 31 de Janeiro de 2006 às 18:08
Hola, entre buscando fotos de la flor de opio, y me encuentro con tus escritos... apenas entiendo algunas cosas, no se mucho de tu idioma, pero es parecido al mio.. intento traducir algunas cosas con el sentido que tu les das... me gustan mucho las fotos, sigue escribiendo, hare el intento de leerte y tal vez algún dia te escriba unas cosas en tu lengua.

Desde hermosillo, Sonora, México.Angelica
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(mailto:vino_blanco_mmh@hotmail.com)


De Anónimo a 1 de Outubro de 2004 às 00:45
Heheheheheh já estava a dar pela tua falta rapaz...Claro que continuo...Ganda abraço!!!!!Joao
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(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 1 de Outubro de 2004 às 00:44
Olaa monica!Sempre muito profundo,é preciso ir ao fundo,como dizem os alemães (Ab-grund) ir ao fundo da arca,sair do cimo,da superfície.Xau fica bem...jinhos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Joao
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(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 1 de Outubro de 2004 às 00:41
Para o escondido Mentis!Podes crer amigo,nas profundezas abrirei os meus olhos,enquanto viver,enquanto respirar,enquanto arder prometo que voltarei sempre...Abração!!!!!!!Joao
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(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 1 de Outubro de 2004 às 00:36
Amigo Paulo reconheço a dificuldade e esse duplo esquecimento sobre a própria consciência,acerca da problemática entre a linguagem e o pensamento. É complicado por ser do senso comum e ao mesmo tempo transcendental.
[MUNDO]-----[LINGUAGEM]-------[PENSAMENTO]e é precisamente essa a desconstrução,ao mesmo tempo que se descobre a linguagem como lugar da metafísica sendo uma construção ou já uma interpretação da realidade e não um retrato da realidade.É pois
pre-suposto o condicionamento a nível da percepção do pensamento. O problema do senso comum na forma como apreende o pensamento é não perceber que a linguagem rouba-nos aquilo que nos dá,movimento contraditório da nossa herança histórica.A palavra,a fala,um texto, cega-nos e aquilo que resiste à linguagem infinitiza sempre a palavra, à sempre texto a perder de vista.O que é que nos faz pensar?É precisamente o perguntar,o dito ou o não-dito e esse perguntar é já uma resposta.Por exemplo há livros que nunca nos largam,a linguagem é infinitamente finita,por isso é contraditória,é des-construtiva.A linguagem está pois indubitavelmente primeiro que a consciência.Não à pergunta sem a linguagem!...A palavra...
E insisto O QUE É PENSAR ? ou que nos faz PENSAR ?
Um Abraço amigo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!Joao
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(mailto:JMDslbjoao@sapo.pt)


De Anónimo a 1 de Outubro de 2004 às 00:08
Tá muito bonito...continua...

http://analfabetosexual.blogs.sapo.pt/Mustapha
(http://analfabetosexual.blogs.sapo.pt/)
(mailto:analfabeto_sexual@sapo.pt)


De Anónimo a 30 de Setembro de 2004 às 23:44
Existem algumas dúvidas no meu espírito… Gostaria de as ver esclarecidas… Repare que a linguagem nada é comparada com a interpretação que dela se faz… Uma palavra pode significar algo para uma pessoa, e no entanto outra interpretar essa mesma palavra de um modo muito diferente. Assim, para ter a certeza que o nosso pensamento está sincronizado, e se não for ocupar-lhe tempo precioso que precisa para projectos mais sérios, gostaria de saber a sua interpretação das seguintes palavras, que utiliza no seu texto – “desconstrução” e “limite” na sua relação com a linguagem. Por acaso está a sugerir que o pensamento só se verifica na presença da linguagem e que quem não tem um vocabulário desenvolvido pensa mal? Que o limite do pensamento é a própria linguagem e que sem linguagem não há pensamento? Como enquadrar a “desconstrução” no escopo da questão anterior? Esta é a primeira de uma série de dúvidas pauloleote@hotmail.comPleote
(http://nathum.blogs.sapo.pt)
(mailto:pauloleote@hotmail.com)


De Anónimo a 30 de Setembro de 2004 às 21:38
Muito belo e profundo...Bjs***Monica
(http://wwwmypapermoon.blogspot.com)
(mailto:mnh@sapo.pt)


De Anónimo a 30 de Setembro de 2004 às 17:07
JMDslbjoao, profundo demais. Volta sempre.Mentis
(http://casual.blogs.sapo.pt)
(mailto:amiljitsu@sapo.pt)


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